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COMMODITIES

Guilherme Zamith apresenta visão estratégica sobre commodities, negociação e oportunidades no agronegócio brasileiro

EAG Agro
08 Mai 2026
14 min de leitura
Guilherme Zamith apresenta visão estratégica sobre commodities, negociação e oportunidades no agronegócio brasileiro

No dia 24 de abril de 2026, em Alphaville, a EAG Agro realizou o evento Conexão Milionária no Agro, um encontro voltado para profissionais, investidores, fornecedores, compradores, corretores e empresários interessados nas oportunidades do mercado físico de commodities agrícolas.

Durante o evento, Guilherme Zamith, CEO da EAG Agro, apresentou uma palestra estratégica sobre o funcionamento do mercado de commodities, as oportunidades no agronegócio brasileiro, os principais atores da cadeia e as técnicas necessárias para negociar com mais segurança e profissionalismo.

Com mais de 15 anos de experiência no mercado e participação em mais de R$ 300 milhões em negócios realizados, Guilherme compartilhou uma visão prática sobre como o Brasil se consolidou como uma potência global no agro e por que produtos como soja, milho e açúcar seguem entre os mais relevantes para compradores internacionais.

O agronegócio como motor da economia brasileira

Um dos pontos centrais da palestra foi a importância do agronegócio para a economia.

Guilherme destacou que existem três grandes mercados capazes de gerar riqueza de forma consistente: financeiro, alta tecnologia e alimentos, sendo o agro a base que sustenta parte relevante da demanda mundial por comida, energia e matéria-prima.

O Brasil deixou de ser apenas um país com vocação agrícola e se tornou uma potência produtiva. A evolução tecnológica, a expansão do Cerrado, a criação da Embrapa, a profissionalização da cadeia e o avanço das exportações transformaram o país em um fornecedor estratégico para o mundo.

Esse posicionamento é especialmente importante para compradores internacionais que buscam soja, milho e açúcar do Brasil, pois demonstra que o país possui escala, capacidade produtiva e estrutura para atender grandes demandas.

Como funciona o mercado de commodities agrícolas

Na palestra, Guilherme também explicou uma diferença essencial para quem deseja negociar no mercado internacional: commodity não é produto comum.

Uma commodity é um produto padronizado, sem marca própria, negociado com base em referências de mercado, especificações técnicas, logística, disponibilidade e condições comerciais.

Entre os principais exemplos de commodities agrícolas estão:

  • Soja;
  • Milho;
  • Açúcar;
  • Café;
  • Etanol;
  • Trigo;
  • Algodão.

Para compradores internacionais, essa compreensão é fundamental. Ao negociar soja, milho ou açúcar, não basta pedir apenas preço. É necessário entender especificação, origem, volume, Incoterm, forma de pagamento, prazo de entrega, documentação e capacidade real de fornecimento.

É nesse ponto que a EAG Agro atua: conectando compradores qualificados a oportunidades reais no mercado físico brasileiro.

Formação de preço: mercado interno e mercado externo

Outro tema relevante apresentado por Guilherme foi a formação de preço das commodities.

No mercado de commodities, o preço não é definido apenas pelo custo de produção. O produtor e o fornecedor observam o mercado, as bolsas de referência, a disponibilidade física, o câmbio, a logística e a demanda.

Na palestra, foram apresentadas algumas referências importantes:

  • CEPEA/USP para referências do mercado interno;
  • CBOT Chicago para soja e milho;
  • ICE London White Sugar No. 5 para açúcar branco/refinado;
  • ICE New York Sugar No. 11 para açúcar bruto.

Esse conhecimento é essencial para compradores internacionais porque evita negociações fora da realidade de mercado. Muitas operações não avançam porque o comprador trabalha com preço irreal, referência desatualizada ou falta de compreensão sobre prêmio, frete, seguro e condição logística.

A EAG Agro busca justamente trazer inteligência comercial para esse processo, ajudando a qualificar demandas e aproximar compradores de fornecedores com mais critério.

Incoterms: FOB, CIF e segurança na negociação internacional

Guilherme também abordou os Incoterms, tema indispensável para compradores internacionais.

Na exportação, termos como FOB e CIF impactam diretamente preço, responsabilidade, custo logístico e risco da operação.

De forma simplificada:

  • FOB - Free On Board: o vendedor entrega a mercadoria a bordo do navio. A partir desse ponto, o comprador assume os custos e riscos.
  • CIF - Cost, Insurance and Freight: o vendedor assume o custo do frete e do seguro até o porto de destino.

Para compradores internacionais de soja, milho e açúcar, compreender essa diferença é decisivo. Uma cotação FOB Santos não pode ser comparada diretamente com uma cotação CIF África, CIF Oriente Médio ou CIF Ásia sem considerar frete marítimo, seguro, prêmio, logística portuária e demais custos envolvidos.

Esse domínio técnico reforça a importância de trabalhar com uma empresa que entenda o processo completo, desde a origem da oferta até a estruturação da negociação.

O papel da EAG Agro no ecossistema de commodities

Durante o evento, Guilherme explicou que o mercado de commodities envolve vários atores: produtor, fornecedor, transportador, indústria, financiador, comprador, trader e intermediários especializados.

Nesse ecossistema, o papel da EAG Agro é atuar como uma ponte estratégica entre quem compra e quem vende, sempre com foco em profissionalismo, documentação e segurança comercial.

A empresa não atua apenas como repassadora de preço. O objetivo é entender a demanda, avaliar a viabilidade, analisar o perfil do comprador, organizar informações e conduzir o processo com mais seriedade.

Para compradores internacionais, isso reduz ruídos e aumenta a chance de encontrar oportunidades compatíveis com suas necessidades de volume, prazo, destino e condição comercial.

Como encontrar fornecedores e clientes no agro

Outro ponto abordado na palestra foi a importância de saber encontrar fornecedores e clientes certos.

Guilherme destacou que muitos profissionais não deixam de fazer negócios por falta de oportunidade, mas por falta de método, posicionamento e abordagem correta.

No mercado de soja, milho e açúcar, o acesso ao fornecedor certo depende de credibilidade, linguagem técnica, clareza documental e capacidade de demonstrar seriedade.

Da mesma forma, compradores internacionais precisam ser qualificados. Nem toda demanda é real. Nem toda LOI representa capacidade financeira. Nem todo pedido de preço tem condições de virar uma operação concreta.

Por isso, a EAG Agro trabalha com critérios de análise, buscando separar oportunidades reais de demandas sem consistência.

Credibilidade: o ponto central para grandes negócios no agro

Um dos temas mais fortes da palestra foi a importância da credibilidade.

Guilherme reforçou que, no mercado de commodities, ser profissional não basta. É preciso também parecer profissional.

Isso envolve:

  • Comunicação clara;
  • E-mail corporativo;
  • Documentos organizados;
  • Apresentação institucional;
  • Conhecimento técnico;
  • Boa imagem digital;
  • Capacidade de negociação;
  • Postura comercial adequada.

Para compradores internacionais, esse ponto é ainda mais relevante. Grandes negociações de soja, milho e açúcar exigem confiança entre as partes. A credibilidade não nasce apenas da promessa de preço competitivo, mas da forma como a operação é conduzida desde o primeiro contato.

Técnicas de negociação para fechar negócios no agro

Na parte final da palestra, Guilherme apresentou técnicas práticas para negociação, com destaque para escuta ativa, rapport, posicionamento e resolução de problemas.

A mensagem central foi clara: no mercado físico de commodities, quem apenas repassa tabela de preço tem pouco valor. O profissional relevante é aquele que entende o problema, organiza a informação e ajuda a construir uma solução viável.

Para compradores internacionais, isso significa contar com uma equipe capaz de entender a demanda real, alinhar expectativa de preço, analisar produto, origem, logística, documentação e condição de pagamento.

Essa abordagem aumenta a segurança da negociação e reduz perda de tempo com ofertas desalinhadas.

Conexão Milionária no Agro reforça a autoridade da EAG Agro

O evento Conexão Milionária no Agro reuniu um público estratégico, incluindo profissionais do setor, investidores, fornecedores, especialistas em contratos internacionais e participantes ligados ao mercado financeiro e ao agronegócio.

A palestra de Guilherme Zamith reforçou o posicionamento da EAG Agro como uma empresa preparada para atuar em um mercado que exige relacionamento, conhecimento técnico, leitura comercial e capacidade de execução.

Para compradores internacionais de soja, milho e açúcar, esse tipo de posicionamento é fundamental. O Brasil possui grandes oportunidades, mas o acesso a boas operações exige rede, critério e profissionalismo.

EAG Agro: conectando compradores internacionais ao agro brasileiro

A EAG Agro atua no mercado físico de commodities agrícolas, conectando compradores, fornecedores e oportunidades no Brasil e no exterior.

Entre os produtos trabalhados estão:

  • Soja;
  • Milho;
  • Açúcar;
  • Café;
  • Etanol;
  • Farelo de soja;
  • Óleos vegetais;
  • Outros produtos agrícolas sob demanda.

O objetivo da empresa é apoiar negociações sérias, com análise comercial, alinhamento documental e conexão com oportunidades reais.

Conclusão

O evento Conexão Milionária no Agro, realizado em Alphaville no dia 24 de abril de 2026, marcou mais um passo importante na construção de autoridade da EAG Agro no mercado de commodities agrícolas.

A palestra de Guilherme Zamith trouxe uma visão prática sobre o funcionamento do agro, a formação de preço, os Incoterms, os atores do mercado, o papel da intermediação profissional e as técnicas necessárias para negociar com segurança.

Para compradores internacionais de soja, milho e açúcar, a mensagem é direta: o Brasil oferece grandes oportunidades, mas o sucesso de uma negociação depende de acesso qualificado, informação correta, documentação adequada e parceiros com credibilidade.

A EAG Agro segue posicionada como uma ponte estratégica entre o agro brasileiro e o mercado internacional.

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